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ESPECIAL CHUVA 10 ANOS: de Gota à Chuva – Comunicação Viva – Parte 2

By 22/01/2021fevereiro 11th, 2021No Comments

2015:  a reconfiguração da marca

Após uma série de entradas e saídas, e vencendo um dragão por dia, era chegada a hora de mudar o conceito visual da Chuva.

A identidade da marca era considerada poluída. Foi preciso ressignificar, fazer uma limpeza, criar uma identidade mais criativa, com personalidade, de fácil identificação e entendimento para as pessoas em geral, e reconhecimento para o mercado publicitário capixaba.

“Já éramos a Comunicação Viva. Nós nos transformávamos a cada dia, mas estávamos estacionados visualmente”, relembra Alexandre Pedroni.

Alexandre conta que, após a reformulação, ficou claro para a equipe de trabalho da Chuva que agora eles jogavam na Série A do mercado, com os melhores profissionais, para a execução dos trabalhos de projetos que estavam por vir.

Com a reconfiguração da marca e a confiança interna estabelecida, os primeiros prêmios começaram a chegar.

Em 2017, a Chuva conquistou os primeiros bronzes e o ouro, no importante e respeitado Festival Colibri.

Já em 2018, visando criar mais pontos de contato entre marcas e consumidores através de uma experiência imersiva, inicia-se a “Nuvem Content Studio”, responsável por diversos eventos importantes na área da cultura em Vitória.Um deles, foi a criação do Carnaval da Família, em Pedra Azul, região Serrana do Estado e de extrema importância para o turismo capixaba. 

Até a criação do Carnaval da Família pela Nuvem Content Studio, Caetano Monteiro, Sócio e Diretor de Criação da Chuva, explica que não existia nenhum evento na região, que explorasse o tema e a potência comercial do local. “De forma estratégica, pensamos o bloco de carnaval, que circulou o quadrado de São Paulinho, uma das áreas mais nobres de Pedra Azul, puxamos o bloco no entorno, com a bandeira do melhor carnaval da família.”, explica Caetano. 

Outro evento importante elaborado pela Nuvem, foi a comemoração do aniversário dos “10 ANOS DO REGIONAL DA NAIR FEAT MOLEJO”, grupo de samba capixaba. O evento foi pensando para que, além da comemoração do aniversário da banda, a Rádio Litoral FM, com público de ouvintes em sua maioria da classe C e D, pudesse se aproximar do público A da capital.

“Foi um evento altamente estratégico. O público do Regional da Nair arrastava uma multidão, e era considerado A. Exatamente o que a rádio precisava e o evento foi um sucesso”, acrescenta Caetano.

Além deles, a Nuvem Content Studio também realizou a 21K ES – meia maratona do Espírito Santo e eventos na área da música e cultura do Estado.

2019-2020: a consolidação do sucesso

Com o gerenciamento de mais de 15 marcas e outros projetos pontuais em 2019, a Chuva Comunicação Viva se posicionou e cresceu ainda mais no mercado.

Mais completa e em um novo endereço mais espaçoso e estruturado, a Chuva conquistou mais quatro prêmios no Festival Colibri: dois ouros e dois bronzes.

“Fomos criando corpo, nos estruturando em processos, em equipe e desenvolvendo lideranças em áreas específicas da empresa. Neste ponto, também houve a necessidade da criação de um departamento comercial para a prospecção de clientes”, afirma Alexandre.

Chuva compra Market&Share

Em 2020, definitivamente a Chuva estava pronta para alçar voos maiores. A empresa, que já trabalhava com gerenciamento de redes sociais e canais digitais, passou a ter um setor digital completo, com a aquisição da empresa Market&Share.

A Market&Share foi uma das pioneiras na área de performance no Espírito Santo. Ainda em 2013, época em que praticamente ninguém do mercado capixaba investia na área, a empresa começou suas atividades de análise de dados e contribuiu para a formação de vários profissionais que hoje atuam não só no mercado capixaba, como em outros estados também.

O sócio e Head Digital da Chuva, André Fiorini, explica que a proposta da integração da Chuva com a Market&Share englobava três áreas: pessoas, serviços e projetos.

“Ao vir para a Chuva, em relação aos profissionais que aqui já atuavam, nós trouxemos a habilidade de interpretar dados, o processo de estudar bastante o cliente e trabalhar a mentalidade analítica e o mercado”, explica André.

Além do acréscimo aos profissionais, a aquisição também trouxe para a Chuva serviços que ainda não eram prestados aos clientes, como o SEO, tagueamento de site, e-commerce, geração de leads, integração de ferramentas, configuração de ferramentas do Google e e-mail marketing.

“Nós acrescentamos serviços e expertises à Chuva que até então não faziam parte do escopo da empresa, o que trouxe inovação e atualidade para a agência. Geralmente, as empresas tradicionais só prestam o serviço de mídia e isso fez a Chuva estar um passo à frente no mercado”, explica André.

Além disso, Fiorini explica que a mudança preparou a Chuva para um cenário jamais imaginado: a pandemia do novo coronavírus. “Com o início da pandemia, o setor digital foi cada vez mais demandado pelos clientes, batemos recorde de vendas, com muita estratégia e execução envolvidas. Tivemos a certeza de que esse era o caminho”.

Como toda grande mudança começa com pequenos passos, André acrescenta que apesar da acelerada em 2020 que o setor Digital teve, ainda existe um caminho a ser trilhado em conjunto com todos os setores da Chuva.

“2021 é um ano que o Digital será muito demandado. Internamente, continuaremos trabalhando na melhoria de processos, novas estratégias, treinamento de equipe, integração de setores e, principalmente, trabalharemos cada vez mais com os clientes. Externamente, nosso objetivo é oferecer novas soluções, perspectivas e a presença digital para nossos atuais e novos clientes”, finaliza Fiorini.

André Fiorini, Head Digital da Chuva Comunicação Viva

A Chuva é tudo. Menos o mesmo

Em uma perspectiva de crescimento, a Chuva agora se prepara para ser cada vez mais disruptiva, para se tornar cada vez mais uma referência no mercado capixaba.

Alexandre pondera que isso se dará por meio da maturidade dos processos gerenciais e dos projetos comerciais que a Chuva oferece. Serviços como o “Plano de Comunicação Viva”, o “Chuva de Vendas” e a perspectiva de criação de frentes de trabalho específicas, focadas nas necessidades do cliente.

“De certa forma, nós queremos ser cada vez menos agenciador, para atingir o nível de ser uma plataforma do cliente. Onde eles tenham as suas redes e seus canais conectados em um sistema gerenciado por nós”, finaliza Alexandre.

Chuva Comunicação Viva.